terça-feira, 18 de agosto de 2009

Déjà vu

Ainda mergulhado nas águas woodstockianas, não posso deixar de comentar sobre um quarteto que ouvi pra caramba: Crosby, Stills, Nash & Young. Eles também passaram por Woodstock cantarolando seus rockinhos rurais.

O primeiro disco que eu comprei foi o Déjà vu, gravado em 1970, um ano após o festivo festival. A capa foi inspiração para o disco do trio brasileiro Sá, Rodrix e Guarabira, que abraçou a causa/estilo e nos legou pelo menos dois bons discos (talvez, um dia desses, eu comente sobre isso).

Retornemos ao CSN&Y. As principais característica do quarteto são as vozes bem arranjadas, depois vêm as guitarras com aquela sonoridade tosca e, para mim, o melhor de tudo: a voz de Neil Young. Seu peculiar timbre quase soprano encontra um similar nacional: Beto Guedes (podem conferir).

O disco que vos trago é, para mim, o melhor do grupo. Curto da primeira à última faixa. É um daqueles discos que conseguem um raro nível de equilíbrio em todas as passagens. Lembro-me que elegi Almost cut my hair um hino para minha - na época - ainda basta cabeleira. Eu a deixarei ali no podcast ao lado da crônica musical - Woodstock - composta por Joni Mitchell em homenagem ao histórico evento.

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3 comentários:

Gustavo Cunha disse...

discão discão !!
assim como o 4 way street cujo vinil duplo furou lá em casa de tanto ouvir

dificil dizer quem era o lider entre esses caras, que época foi essa !!

som na caixa !!

abs,

Sergio disse...

Brodi, ou melhor, bicho, muito difícil escolher, nos 70s, um favorito de CSN&Y... Anfã, acompanho Guzz, "discão discão !!"

Salsa disse...

Eh, eu sabia que esse reverberaria entre os chegados. Indispensável.